Brasões – CPRM

COMANDO DO POLICIAMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DA (CPRM)

Autoria do Brasão:

Maj QOC GLAUCO CÉSAR DA SILVA PAIVA

Descrição Heráldica:

Maj QOC GLAUCO CÉSAR DA SILVA PAIVA

Apoio Técnico:

Cb QPC PÉTALA PEREIRA DE SANTOS MEDEIROS

Brasão:

• Escudo peninsular português, chefe com dois campos, em faixa, o superior de goles e o inferior de sable, contendo a inscrição “CPRM”, em ouro, cortado, o primeiro de prata, com um par de bucaneiras (garruchas) em aspa, de ouro, cosidas de sable, partido, de prata, com a imagem mítica de um anjo sobreposta por dois guerreiros, de ouro, cosido de sable, o da destra empunhando um escudo e o da sinistra a desembainhar uma espada, ambos usando como cobertura casco de capacete com cota de malha, com a pélvis vestida por um tecido de prata, o segundo com um escudete de goles, em chefe no cantão destro a letra “R” e no cantão sinistro a letra “M”, tudo de gray, filetado de ouro, e com uma pala do mesmo, carregada com uma espada com lâmina antiga, daquele metal, cosida de sable, tendo o escudete como suporte um par de ramos de louros cruzados em aspa, do último metal.

Simbologia e alusão das peças:

• As bucaneiras (garruchas) representam a Polícia Militar, Instituição da qual fazem parte os integrantes do CPRM;
• O anjo e os guerreiros são uma lembrança da face norte do monumento “Altar da Pátria”, localizado na Praça dos Três Poderes em João Pessoa, figuras usadas pelo autor (Humberto Cozzo) para simbolizar o civismo. Já no caso deste brasão, além do civismo, representam a liderança, a operacionalidade e a capacidade de gestão deste Órgão de Direção Estratégica; e
• O escudete e demais peças fazem alusão à designação da OPM e da sua área de atuação, no caso, a Região Metropolitana da Capital, além de representar a finalidade de planejar, coordenar, controlar e supervisionar as atividades realizadas pelos Órgãos de Execução sob seu comando.